Oficinas

Olhares Negros

Oficina com a cineasta Safira Moreira

Plano de fuga como imaginação

Oficina com Michelle Mattiuzzi

Crítica e crise, Cachoeira à vista

Oficina com Ingá para exercitar o olhar crítico no cinema

Zap Doc

Oficina audiovisual via WhatsApp para estudantes de ensino médio de Cachoeira e São Félix

Inscrições encerradas no dia 23 de novembro. Em breve entraremos em contato com os selecionados!

Oficinas Olhares Negros

Como narrar a partir de uma fotografia? A oficina Olhares Negros investiga as possibilidades do uso da imagem de arquivo no cinema, com foco nas fotografias de família. Quatro encontros teórico-práticos com visionamento de trechos de filmes, leituras de imagens, debates e estudos sobre montagem. Por fim, o participante é convidado a criar um curta-metragem a partir de seus arquivos pessoais.  Por isso, é importante algum conhecimento prévio de softwares de edição de vídeo. 

A oficina inspira-se no projeto autoral de Safira Moreira, a série Olhares Negros, inaugurada em 2020, e até o momento com sete episódios, tendo como plataforma o IGTV.

A oficina é gratuita e online. Acontecerá entre 16 e 19 de dezembro, das 15h às 17h, para 20 pessoas.

Os participantes que tiverem 75% de participação receberão certificado.

Safira Moreira é diretora de fotografia, diretora e roteirista, formou-se em cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Roteirizou, dirigiu e montou seu primeiro curta metragem “Travessia”, premiado em diversos festivais nacionais e internacionais; distribuído pela Vitrine Filmes em 2018; e em 2019 filme de abertura do Festival Internacional de Rotterdam. Dirigiu a fotografia do curta “Eu, minha mãe e Wallace” (Irmãos Carvalho) premiado como Melhor Filme pelo júri popular do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e do longa-metragem “A Matéria Noturna” (Bernard Lessa), premiado como melhor filme na mostra Futuro Brasil no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2019 roteirizou e dirigiu a série documental “Iyas Idanas – Mulheres da Cozinha”, em fase de montagem. Esta ano lançou a obra “Nascente”, no Programa Convida do Instituto Moreira Salles.

Inscrições encerradas!

Oficina Plano de Fuga como Imaginação – estudando o pensamento radical negro

Crédito da foto: João Henrique Machado

A fugitividade é um conceito proposto por Fred Moten, meu intuito nesse curso é criar um diálogo com esse conceito e pensar a radicalidade à partir das experiências que tive no processo do fazer artístico. Proponho o estudo das criações que produzem contra narrativas pretas, que são planos para a descolonização da imagem preta dentro do regime de visibilidade e representatividade, esse estudo são investigações de criações pautados na contradição dos projetos coloniais de destruição. São filmes realizados pelo processo de exclusão e negação. Esse curso tem o intuito de exercitar a imaginação para entender como um plano de fuga pode emergir de uma negação histórica.

Oficina gratuita e online para 45 pessoas.

Período: de 11 a 13 de dezembro de 2020
Horário: 16h às 19h (dias 11 e 12), 16h às 18h (dia 13)

Há um conteúdo obrigatório de para os participantes, composto de 3 textos; uma série e dois filmes.

Os participantes que tiverem 75% de participação receberão certificado.

Musa Michelle Mattiuzzi (São Paulo, SP, 1983) é performer, artista visual, diretora de cinema, escritora e pesquisadora do pensamento radical negro. É graduada em Comunicação das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Seus trabalhos se apropriam do/e subvertem o lugar exótico atribuído ao corpo da mulher negra pelo imaginário cisnormativo branco, que o transforma numa espécie de aberração, entidade dividida entre o maravilhoso e o abjeto. Apresentou a obra Jardim da Abolição para a Bienal do Mercosul, 2020.Participou da Exposição coletiva Hubert Fichte Love and Ethnology na HKW, Berlin,2019. Atualmente dirige a plataforma “rethinking aesthetics of the colony” em parceria com o Goethe Institut São Paulo e Global Condition Working Group (GCWG).

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Oficina Crítica e crise, Cachoeira à vista

Enquanto a possibilidade comunitária de um festival de cinema acontece no terreno virtual, nos deparamos com o desafio de reativar a cidade e o local no engajamento com os filmes, seus corpos e suas relações com a vida. Noutro desafio contemporâneo, a crítica na formalidade em que a conhecemos atinge um esgotamento e a necessidade de transmutação dos seus pressupostos. Se a cidade de Cachoeira nos interpela a olhar para os filmes a partir das matizes e paisagens sonoras locais, como a produção dessa presença em potência nos recoloca diante do exercício crítico? De que maneira fazer um filme ressoar na escrita mobiliza uma energia de implicação na coletividade de um festival no qual não pisamos? Incorporar ferramentas que deem conta do incômodo, do mal-estar e da geração de saúde que podem ser colhidas em terrenos variados que não só o cinema propriamente dito, nessa zona movediça que constitui a própria definição de documentário. Trabalharemos essas questões ao longo dos encontros em que a(o)s participantes exercitarão a escrita e outros experimentos críticos como um modo de acompanhar as sessões do CachoeiraDoc. Os textos feitos durante a oficina serão publicados no site do festival.

Oficina para com 5 encontro de 2 horas, totalizando uma carga horária de 10h. A oficina terá certificado. Encontros remotos nos dias 04, 05, 06, 11 e 12 de dezembro, das 16h às 18h (com exceção do dia 05/12, que será das 14h ás 16h).

Os participantes que tiverem 75% de participação receberão certificado.

Ingá é coeditora e redatora da Revista Cinética, onde tem se dedicado a investigar outros formatos de crítica como a escrita coletiva e o vídeo ensaio. Fez a cobertura escrita dos festivais Janela Internacional de Cinema do RecifeFronteira Festival do Filme Experimental e Mostra de Cinema de Tiradentes. Atuou facilitando oficinas de vídeo nos projetos Fazer o mundo, fazer o vídeo, Inventar com a diferença e Vídeo nas aldeias. Programa sessões de cinema com o coletivo Catucá, a Aldeia Marakanã e integrou a comissão de seleção de curtas-metragens no XII Janela Internacional de cinema do Recife. É natural de Olinda (PE) e estuda licenciatura em cinema e vídeo na UFF.

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Oficinas Zap Doc

Oficina de vídeo via WhatsApp para estudantes de escolas públicas de Ensino Médio de Cachoeira e/ou São Félix. Aprenda a melhorar suas filmagens, além de dicas básicas de edição.

A oficina acontecerá entre os dias  21 de novembro a 05 de dezembro, com até 30 pessoas. 

Para participar é necessário ser estudante de escola pública (Ensino Médio) de São Félix e/ou Cachoeira e ter aparelho celular com acesso ao WhatsApp.

A oficina será ministrada por Stephanie Sobral (Tepha) e Otávio Conceição, estudantes do curso de cinema da UFRB.

Tepha trabalha com fotografia still desde 2013. Dirigiu dois curtas, atuou como assistente de fotografia em cinco filmes produzidos em Cachoeira (BA), trabalhou com registros fotográficos de peças teatrais, produzidas na Escola de Teatro Macunaíma (SP), e como oficineira de fotografia, pelo Movimento Cultural MOCUPIJA, em Pirituba (SP). Atualmente, participa dos grupos de pesquisa GEPDOC (Grupo de Estudos e Práticas em Documentário), VISU (Pesquisa e Extensão em Arte, Imagem e Visualidades da Cena), além de SONatório (Laboratório de Pesquisa, Prática e Experimentação Sonora).

Otávio trabalha como roteirista e captador de som em filmes. Participou do Cineclube Mário Gusmão ao longo de dois anos. Atuou na captação de sete curtas-metragens e roteirizou dois filmes autorais, “Black Friends Forever” e “Desamor”. Atualmente, é assistente de curadoria no Cachoeiradoc 2020 e Coordena e Viu&Review, blog de críticas.

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